SEM MEDO DOS BAJULADORES, MECIAS CHAMA ATENÇÃO DE SUELY

...Mecias de Jesus pede que Governadora só autorize seletivos quando pendências com terceirizadas forem resolvidas...

REDAÇÃO AgênciaNorte

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Uma preocupação que vem de um dos mais forte aliados da governadora Suely Campos, o dep. Mecias de Jesus, que fez uma pelo para que ela antes de iniciar o Processo Seletivo, anunciado pelo Governo, fosse feito o pagamento milionário com dezenas de empresas terceirizadas, que por sua vez estão devendo até seis meses de salários para cerca de cinco mil trabalhadores.

Ou seja, o Governo Suely quer manter um processo de total incoerência, caso mantenha o intento de realizar tal certame para esta área de Educação, quando precisa primeiro é pagar o que deve - e isto se vê em todas as áreas desta administração.

Para Mecias é preciso que esta administração se consolide, mas que mostre coerência necessária em suas ações, “sou completamente a favor da realização de concursos públicos e - paliativamente - dos processos seletivos, mas reitero que seria uma crueldade com dezenas de empresários que – em função da situação financeira do Estado – possuem milhões em créditos a receber e igualmente com milhares de trabalhadores que tem cumprido com seus contratos de trabalho, mesmo estando sem receber”, afirma o deputado.

Mecias ressalta que é aliado da governadora e - por essa razão – se sente ainda mais compelido a fazer o alerta para que ela possa intervir e somente autorizar a realização dos processos seletivos quando o outro processo de contratação de trabalhadores seja finalizado.

Sem medos de represáliias de bajuladores que cercam a governadora, e sem nenhum receio que Suely vá dar ouvidos para que possam 'envennar' sua relação com o governo, Mecias enfatiza que tem boa relação, e que seu partido bem como sua bancada tem relação aberta onde se aplaude e se critica, sempre buscando uma convivência positiva. 

“Se a atual gestão entende que a modalidade de processos seletivos é melhor, vamos compreender e apoiar. Mas isso só poderia ocorrer depois de finalizar o processo em andamento, que são através das terceirizadas, isso é o que reza a boa-fé da gestão pública. O contrário disto é esperar o caos para dezenas de empresas que já enfrentam dificuldades e para cerca de cinco mil trabalhadores, só no caso da Educação”, finaliza.

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